terça-feira, 8 de novembro de 2011

Atualização em dose dupla...

Olá leitores,

Tem tempo que não posto nada e eu sei disso...

Não ando inspirado o suficiente para escrever algo digno que seja lido por voces, contudo, agora venho até voces, leitores, uma atualização dupla...

Espero que apreciem a leitura.


Diferente amor
 João Luiz Batista Mattos
Sempre fui meio rude ao amar
Não que não soubesse valorizar a quem me ama
Mas nem sempre dá pra demonstrar tão bem
Vive-se, trata-se normalmente e algumas vezes a pessoa vai embora
Não dá pra saber nunca como é que isso acontece em vias gerais
Apenas acontece
Há de se ter tranqüilidade e paciência
Dá pra viver só sim, mas compartilhar tudo que a vida dá de bom é o melhor sempre
Acredito que sempre fui inocente
Sem ter aqueles olhos maldosos que todos tem
Eu, um ser carente por natureza não me diferencio dos demais
No meu mundo perfeito, são todos carentes que nem eu
Uns com um nível de carência que não dá pra mensurar
Como ouvi de uma pessoa querida há tempos a traz
"Cada um com sua dor, não há quem possa carregar a dor alheia"
Termino sempre concordando com ela quando lembro disso
Mas continuo achando que todos são carentes
Entretanto, nem todos os carentes estão ou são puros
Todos têm seu nível de maldade, mas a pior delas é a de fingir pureza
Humanos que não tem um coração de criança não teram dentro da vida algo de bom para se levar.
Claro que eu também tenho minha cota de maldade
Bem mais por defesa por ter sofrido demais
Do que fazê-lo por maldade.
Adoraria viver e seguir
Andar e pensar
Sentir e amar
Sem ter o fado de ter que ser mal em algum momento da vida.
E é assim que caminha a humanidade
Mesmo eu me distanciando do que eu queria escrever no começo
Tenho meu jeito de amar, rude e sutil
Que beija sua testa quando vou ou quando chego
E tendo no meu coração a certeza absoluta que enquanto meu coração pensar em você
Estarei em paz!

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