segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Claro feito o sol

Olá,

Texto novo que traz ao leitor novidades...

Leia e aprecie...

Claro feito o sol
João Luiz Mattos Souza

Um dia fui filho
Elétrico, servo, obediente e tranqüilo
Ainda quando minha mãe me deixou
Tornei-me homem
Inconstante, fiel, impaciente e ansioso
A vida deu-me poder de escolhas
Escolhi viver corretamente
Trabalhar, estudar, batalhar e conquistar
Muitos ainda duvidavam de mim
Que não ia superar a perda insuperável
Com suor, lágrimas e trabalho duro superei
Virei namorado
Dedicado, impulsivo, intenso e amoroso
Desejei tanto um mundo melhor para nós dois
Tornei-me noivo
Observador, incisivo e perspicaz
Fiz de tudo que pensava em fazer
 Venci as dificuldades com amor e por amor
Não tive mérito em minhas conquistas
Aconteceu mais uma transformação
Virei marido
Dá até pra pensar que a vida ta acabando
Trabalho, rotina e cansaço
Sem pensar em muita coisa ansiei pelo fim
Agora vou me tornar pai
Meloso, paciente e dedicado
Espero deixar meu legado a criança que se aproxima
Claro como o sol que nasce na manhã tranqüila de primavera
Intenso como o sol que brilha no dia quente de verão
Será amado, filho, doce e tranqüilo
É assim que desejamos que você venha....
Com saúde, trazendo paz e me dando novos motivos para sonhar.


sexta-feira, 22 de junho de 2012

O que aprendi da vida

Olá leitores...

Tem tempo que não posto, mas gosto de trazer coisas novas para saciar a sede de leitura de voces...

Apreciem a leitura.


O que aprendi da vida...
João Luiz Batista Mattos
Todos aprendemos algo com a vida
Uns aprendem a morrer trabalhando
Outros que viver de amor é a solução
Alguns até pensam e vivem de maneiras que nem se deve mencionar
Ainda assim aprendi muito da vida
Aprendi a servir
Afinal aquele que serve nem sempre será servido, mas ainda assim haverá bonus no serviço
Aprendi a respeitar
Afinal das contas, o meu direito começa onde termina o alheio
Aprendi a ouvir
Temos dois ouvidos e uma boca e isso me parece lógico
Aprendi a zelar,
O zelo é um dos maiores dons que a vida nos deu...
Aprendi a cuidar,
Quem ama, cuida, quem gosta, cuida
Devo falar um pouco mais de cuidado.
Eu nunca fui do tipo de pessoa cuidadosa
Sempre fui desleixado, delisgado e egoista
Aprendi com a vida que cuidar do que é meu, me importar com as coisas e com s pessoas é o melhor remedio pra vida
Aprendi a amar
O amor é fonte de todas as coisas
O amor é sobrevivência
O amor vence tudo
O amor tudo suporta e em tudo crê
Meu amor pela vida começou com minha mãe e não terminou até hoje
Amo minha esposa, meus amigos, meus familiares...
Amo meu trabalho, meu carro velho, minha personalidade
Amar é um pouco mais do que as pessoas acham
Amar é estar longe mas sempre pensando no outro
Amar é cuidar...
Amar é lembrar do outro em uma música que a pessoa sequer ouviu...
Não tenho tudo que quero, mas amo tudo que tenho
Quando tudo vai mal, trago sempre a memoria o que me dá esperança
E ainda assim sei que tudo nessa vida apenas passa
Não adianta chorar pitangas e se desesperar para viver a vida
Apenas viva...
A lição que aprendi aos longos dos meus 31 anos bem vividos foi:
Viver.

domingo, 11 de março de 2012

Primeira postagem do ano!

Olá a todos!


Tem um tempo que não atualizo o blog!

Algumas coisas acontecendo!

Hoje vem um texto sobre os momentos que eu apenas divago a escrever quase sem objetivo!

Apreciem a leitura!


Divagação
João Luiz Mattos Souza

Viver é sim uma arte
Arte de sobreviver a cada dia
Sobreviver com o pão nosso de cada dia
Pão que sempre conseguimos com o suor de um dia de trabalho
Trabalho que escraviza o ser humano
Mesmo que a humanidade necessite de atenção
Não seremos mais o centro do universo
Até porque não somos a mudança que queremos ver
Nossa visão se perde na imensidão de tédio
Entediando nossas ações e nos deixando sem vontade de caminhar
Ainda assim, andamos a favor do vento
Já ficou demodê andar contra ele
Contudo, vamos assim mesmo vivendo
Até porque tirar a própria vida faz com que percamos a beleza do viver
Seremos cobrados na eternidade de nossas mentes a cada morte de nós mesmos...
Ah, morremos cada vez que não fazemos nossas vontades
E ainda assim, não podemos fazer tudo que queremos
Nem por manifestação, força, orgulho e paz
Teremos outro dia matando um leão imaginário que nós mesmos criamos...
Sendo assim derrotados por ele e tendo que recomeçar
O pior recomeço é aquele que não sabemos por onde recomeçar
Sendo ativos em partes, pacientes em partes e não temos nada
Só em não ter nada, perde-se tudo
Tudo sem propósito é nada
Nada com propósito é tudo
Talvez toda divagação tenha um simples propósito de ser apenas
Divagação