domingo, 29 de março de 2009

Esse texto é bem uma confissão de valores, sentimentos e ideias que passam e transpassam na minha mente...

De tudo que vem e vai constantemente e que me deixa pensativo sobre tudo e com tudo!

Espero que voces pensem também!

Abraço a todos!



Confissões de vida

João Luiz Batista Mattos

Confesso que andei errante...
Confesso que procurei me encontrar onde não estava aqui...

Confesso que aprendi a esperar...
Confesso que mesmo não tendo mais certeza

Confesso que estar bem é apenas o que interessa...

Confesso que fui teimoso e que sou sincero...

Confesso que insisto em ter vontade própria...

Confesso que ainda acredito no coração das pessoas..

Confesso que em minha vida, não há espaço para mentiras...

Confesso que já andei cansado...
Confesso que aprender é custoso...

Confesso que mesmo não sendo réu confesso...

Confesso que em meio a tudo nada resta

Confesso que tudo coopera para minha completa felicidade...

Confesso que não tenho mais paciência...
Confesso que tudo que penso, sinto e anseio só depende de mim...

Confesso que há sim esperança para aqueles que sonham...
Confesso que nunca poderá pensar desistir é o caminho mais curto...
Confesso sim, que vou além de onde minha imaginação me permite levar...
Confesso que ainda vivo a sonhar...

Confesso também, que não há mais nada a confessar...
Nem medo, nem dúvida, nem pesar...

Confesso que uma hora será tempo para amar, perdoar e solidificar!








sábado, 21 de março de 2009

Linhas da vida!

Esse texto diz sim o que eu sou no momento! Intenso, calmo, briguento e egoista! Busco minha felicidade e não há nada de errado nisso! Espero que gostem!




Linhas da vida...
João Luiz Batista Mattos

Olhem só como tudo acontece...
Uma hora se quer...
Outra desdenha-se...
Uma hora aproxima-se...
Outra sente falta...
E no balanço das horas tudo pode mudar...
Há sim mudança em baixo do sol...
Há quem diga que tudo se resolve com fé...
Há quem diga que nada se resolve com trabalho duro...
Há também os céticos...
Que vivem um dia após o outro sem se preocupar com o futuro.
Vive-se de muitas maneiras...
Vive-se arrumando motivos para se calar
Calando para não se justificar
Omitindo para não mentir
Sorrindo para não prantear...
Há também quem insiste em ir e voltar
Com brigas infantis querendo afastar..
E forte como uma fortaleza querendo se mostrar...
Para seus sentimentos não macular...
Mesmo quando se fala baixinho, ao pé do ouvido..
Nada parece adiantar...
E se busca forças em não encontrar...
A força que há em si mesmo eternizar...
Vai-se assim...
Escrevendo...
Rimando...
Pensando...
Caminhando...
Pois o hoje é melhor que ontem e pior que amanhã sempre...
E com essa certeza que se vai vivendo a vida...
Tranquila
Intensa
Carinhosa
Egoista
Porque é assim que tem que ser então assim será.


quarta-feira, 4 de março de 2009

Uma bela estação!

Esse poema antigo, que retrata bem meu estado de espirito...

Triste com alguns erros, mas com vontade de acertar...

Querendo ter o reconhecimento da pessoa que gosto!



Bela estação

João Luiz Mattos Souza

Fria, é a água que cai do céu

Branco, nem sempre é a cor do papel

Será que eu terei todo o seu mel?

Ou brigaremos por um véu?

Lançados a sorte estamos

E ao azar, brindaremos

Pois quase nunca ficamos

Sem força qualquer ficaremos

Cortesia só pra você

Que me iluminou

Também me viu nascer

Quero ser seu amigo

Amigo, que conta os segredos

Nunca se separa

Revela os medos

E não desampara

Sorrindo ou chorando

Beijando ou cantando

Falando ou pensando

Continuamos caminhando

E essa chuva fria que não passa

Espero que me ligue

Pois aquele menino sem graça

Para que não tenha ele um tremelique


Gosto do sol

Dos pássaros que cantam

Do calor que conforta

E o vento sopra

Aliviando a tensão

Desta pequena estação

Ouvi seu choro calado

Penso em estar apaixonado...