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Vidas e vida

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Vidas e vida João Luiz Mattos Souza Ter a certeza não é muito Chorar é consolo quando não se tem quem ama Amar é instrumento de dor e sofrimento Quando não se sabe ter nem fazer O sofrer é motivo vazio Não vencerá com desespero Choro e medo Busque solução na sabedoria Sem me envolver certamente não sofreria Amaria Já te dei chances de mais de acertar Não é agora que você vai ter êxito Na verdade eu sofro mais que você em tudo isso Quero apenas meu espírito guerreiro de volta Sua coragem não me faz medo Seu pesar é fruto das sementes que você mesmo plantou... Dançou!

Lembrança

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Lembrança João Luiz Mattos Souza Se algum dia houver A mera lembrança de te ter Aprenderei a ser paciente Para não machucar corações inocentes Se o amor não fosse um empecilho Não saberia o que seria da vida Ou se ao menos pudesse me olhar no espelho Sentido que não temos Será que perdemos? Minha vida se torne assim: Simples e banal Procuro alguém que me entenda E gostaria de entender também Só não gosto é: Essa triste lembrança...

Atwa

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Atwa João Luiz Batista Mattos Se eu quero eu faço Beleza não é fundamental mas ajuda Ser legal é fundamental sim... Falar ou escrever aquilo que magoa não ajuda Fala-se ou escreve-se o que quer aí é que são “elas” Vamos em frente... Até porque mesmo com boas saídas Nada fará lembrar aquelas tardes E aí faz-se a “viagem de volta” Mas até quando seguir enganando a si mesmo? Vai ter um dia em que ficará insustentável para todos Não vai conseguir manter uma ambigüidade E o que fazer... Embora eu queira não me importar Mas eu me importo e sinto Contudo vejo você não se importar E uma hora não vou sentir Vou voltar a comer, a dormir e a viver E não vou me importar Com nada que venha de você Tem um ditado que diz Eu quero, eu faço Querendo o mundo ou não Vou voltar a ver, ouvir, falar e sentir... Aí sim vai valer a pena Porque não vou me iludir com o que sentia pois não vale a pena Embora saiba o quê sinto Não se importa

Como tudo é!

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Como tudo é! João Luiz Mattos Souza Nunca pensei chegar até você Às vezes, me perguntava se queria mesmo começar. E vi Deus me mostrando a quem amar Não estava disposto a me entregar Queria apenas ver o mar Sorrir, pensar Ter alguém legal pra compartilhar E você veio devagar Chegou como quem não queria chegar Pensei até que era só até o verão acabar Como todo verão O verão passou Contudo você não Fez o meu outono mais bonito E olha que eu sei que nos conhecemos no inverno Nosso amor nasceu Como nasce uma flor Dou graças a Deus que nós sabemos cuidar Amar, cuidar Quero sempre contigo poder contar Pois te amo muito e não quero te deixar Ah! Enquanto as folhas caem e o sol de mais um outono chega Quero continuar te amando como uma princesa

O poema

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O poema João Luiz Mattos Souza Quantas vezes meu coração soube Que de vez em quando é bom se poupar Nem sempre é bom prantear Ele foi avisado pelo Criador “Enganoso és tu” Mas ele não ouviu Se entregou e sorriu Mas foi um sorriso que durou até a noite Oh! Noite... Porque tava tão fria? Vazia... Agora ouço músicas que passam na TV Elas passam por passar Na iminente falta de você Eu sei onde estas Mas não sei como encontra – lá Estou preso num sonho que insiste em se tornar pesadelo Quero voltar a sonhar E tentar perceber Que vale a pena viver então.

Areia fofa

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Areia fofa João Luiz Mattos Souza De ter quem mandar fazer De ter quem mandar buscar De quem querer sofrer Só pra se alucinar Hoje eu não fico perdido Já sei por quem tomo partido Homens divididos Aconteceu comigo Mas quando se sabe lidar com o mal que há em você Entende – se o bem que há em você Sua covardia, só por você querer ser o centro, me deixa agoniado Quero ser livre pra ter paz Amor, calma, sapiência Letras, números e fonemas Vidas, mortes, dúvidas Onde você quer chegar com a sua vida? Digo a você que hoje eu acordei feliz!

Ao luar

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Ao luar João Luiz Mattos Souza // Pedro Aragão Não preciso mais chorar O que ainda posso então fazer? Reamar e suspeitar Para não ter motivo para querer Ver o sol sumir E a lua crescer Ver de tanta gente rir Ao próprio “eu” morrer Quero cantar uma canção de amor pra você Que sonhe um “eu” pra viver Ouvir os pássaros cantando E seus olhos castanhos me amando Seus cabelos negros em minhas mãos Sua pele branca Que tem sangue em meu coração Por isso amo – te ao anoitecer Flores amarelas Sentimentos sinceros Invadindo todo o meu ser Não gosto de boleros Gosto de amar você.

Ao amanhecer

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Ao amanhecer João Luiz Mattos Souza Você ao acordar Vem junto com o sol Adormecendo o luar Nem ligando pro rol De manhã o vento frio Encosta ao meu corpo E sinto – me vazio Aumenta mais o sopro O universo curva – se a sua beleza Mas não és a mais bela das loiras Sei que és uma princesa Não gosto de rimas Queria ter meu coração vazio Para você ser o meu calor intenso E quem sabe me aquecer do frio Sem suspirar, sem o sol!

Sem cores...

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Sem cores João Luiz Mattos Souza Começa azul E o meu amor vai indo em direção ao sol Termina negro A minha dor chega em forma de choro Cadê aquela alegria? Se transformou em tristeza e pranto A manhã parece não ter a cor azul do céu A noite, onde as estrelas não aparecem Me deixam mais só do que eu já sou Enfim, roubaram a minha alegria... Ou fui eu quem a deixou escapar por entre os dedos? Não sei o que aconteceu Só consigo sentir uma dor imensa no peito Onde foi parar minha felicidade? Não sei amar! Quero sumir, mas a longa estrada da vida ainda me espera Devo eu continuar vivendo? Aonde eu devo ir? Quero acordar desse pesadelo de medo que eu mesmo criei Onde esta você? Te amo e não quero te perder!

Seguimento......

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Seguimento João Luiz Mattos Souza Vai e segue Espera e pensa Olha e age Nem todo o cuidado é necessário Toda contradição é verdadeira Já era o tempo em que o tempo era tudo O quarto trancafia os sentimentos remotos E os sinceros pouco deixam transparecer Vamos, seguindo e pensando Utilizando a sabedoria do agir E nos impressionando com a beleza do amar Inventando novas maneiras de achar Desconheço o desconhecido Contemplo o por do sol E o mar Que me inebria em todo o meu ser O vento faz-nos reviver As nuvens meditar Como é bom estar longe Tendo um lugar pra descansar...

E passou!!

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E passou... João Luiz Batista Mattos Se eu fiquei esperando meu amor passar É ele apareceu.. Me viveu Me viu envolto me erros e medos Se sentiu inseguro e se foi Se perdeu em uma sexta... Uma noite vazia Sem meu abraço e sem meu beijo! Com um beijo qualquer e um afago sem carinho.. Apenas com o desejo de ter o que não se tem com amor E se o tiver, se tem por uma noite... E passa E talvez, o coração bom ou a natureza pacata se faça valer... Não será a mesma coisa... Não terá a química explosiva.. Mas isso se tem quando se aposta e se quer... Mesmo quieto e sem expectativa pelo medo da iminente perda Se vive e se deixa viver.. Eu esperei meu amor passar... E ele passou E eu que era certo que não sabia amar... Provei a mim mesmo o desamor que havia dentro de mim... Estou feio, mau cuidado e largado... Não pelo meu amor Mas, por mim mesmo! E agora? O que fazer? Viver uma vida de ilusão? De eterna solidão? E buscar fuga em que? Em bebida, jogo e música? Não sei... Fiquei esperando meu amor
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Ao invés do revés João Luiz Mattos Souza Deparo-me com você Sinto-me balançado com tudo que possa vir a acontecer E é bem verdade que não deveria ser assim Pois barreiras bem resistentes criei contra você Sem que eu percebesse as barreiras foram quebradas Desta forma observei-me a estar em sua mira de novo O medo, ansiedade e temor tomam conta de meu peito agora Nem sei onde realmente ando, e quem realmente sou Dilemas reais se confundem com histórias que eu crio Quero viver esse amor, mas sem saber de você o que quer fico imune. Sabe lá se ainda há tempo para amar Onde estará o seu amor? Perto da minha dor? Longe da bela canção de amor? Gostaria de te dar a lua como presente... Sei que nada é do que realmente parece ser Mesmo querendo você Ficarei a notar o seu cuidar E se talvez seu cuidar não for o que eu espero Sei que não mais me desespero Agora o TEMPO comanda as minhas ações E sei ESPERAR Saber que esperar é executar ordens