terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Feliz ano novo.

Esse escrito é em homenagem ao "ano novo"....

Que 2009 comece azul!


Novo ano...

João Luiz Batista Mattos

Engraçado...
Onde vivo, o ano começa depois de carnaval...

O carnaval que vem com o verão e vai embora e deixa certa nostalgia

Sente-se saudade de outros carnavais

Por conta de muitos outros momentos...

Mas se dá conta que pode – se viver a vida...

E um “perdido” muda tudo...

Uma briga que não teria sentido...

Faz a nostalgia resplandecer...

Bem...
O carnaval traz coisas estranhas...

A perca de uma realização...

Um sonho de menino enfim realizado...

O choro contido de vergonha

Pois sabia-se que chorar naquele momento mostraria fraqueza...
Bem...

O ano esta começando...
Com ele, muito trabalho, muita fé e esperança

Esperança de um ano melhor

De conquistas e realizações

De sonhos que possam ser sonhados juntos...
De novos laços a se construir ou laços antigos a se restaurar...

Uma coisa é fato dentro de meu coração...

Não há certeza de mais nada quando não se sabe para onde vai...

Agora, com o começo de mais um ano...

Haverei de ir para um lugar melhor...
Melhor do que a nostalgia do carnaval...
E do vento que sopra tranqüilo no litoral.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Almas Ligadas...


Poema novinho feito na manhã de hoje (19-02-09)...
Relata meu momento e a saudade que tenho de pessoas que amo mto e já se foram, mas que olham por mim lá de cima...






Almas ligadas...

João Luiz Batista Mattos

Quando o coração está em paz

A alma sorri de felicidade...

Não basta apenas viver bem...

Ou estar bem...

Ter paz significa a ausência de conflitos

E ausência de brigas...
Confusões que nos tiram o sono

Coisas que nos deixam agoniados...

Problemas desnecessários que temos que passar para apimentar a vida...

O mundo não esconde a verdade de mim...

Tudo é natural, calmo e singelo...

Não adianta ter tempo e não ser tempo...

Ter paz é a tranqüilidade que a alma precisa...

Aí, quando se posiciona, nada diferente acontece...

Tudo de bom vem ao natural...
Desde o sorriso de uma criança

Ao beijo da rubra tranqüila...

Sei que problemas virão...

Mas a felicidade da alma que anseia ser feliz

Me faz continuar e continuar...

Dando sempre a continuidade esperada

Para deixar o velho para trás e partir para o novo...

Sentindo falta da velha infância...
Mas não se prendendo a ela...

Correndo para a luz...
Pois é onde acredita-se estar a felicidade!


terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Esse poema eu fiz em homenagem a pessoa mais importante de minha vida...


A pessoa que eu amo de paixão!


Mãe, saudades um dia agente se vê!

Fundamental

João Luiz Mattos Souza

Quero dizer sempre:

- Preciso de você!

Para servir e amar

Conversar e me confrontar

Quero sentir sempre

O seu amor por mim

Que seja calmo como a brisa

E refrescante como a garoa

Quero ouvir sempre:

- Preciso de você!

Para me sentir importante e útil às pessoas que eu amo

E faze-las me aceitarem do jeito que eu sou

Hoje eu fico mais velho

E de nada poderia significar se eu não tivesse vocês

Que se fazem fundamentais para a minha existência

Pois amigo é aquele que chora e ri junto a todo o momento

Quero ser fundamental também

E chorar na sua tristeza

Sorrir na sua alegria

Para sermos SEMPRE amigos!



sábado, 7 de fevereiro de 2009

Assim que é...


Assim que é...

João Luiz Batista Mattos

Ser acusado é ruim por demais...

Ser o eu sou não é fácil...

Viver tranqüilo...

As vezes parece ser utopia...

Escolher e ser escolhido

Não é a questão que define

O tudo e o nada...

Nada é tudo quando não se tem muito...

Tudo, se torna nada quando se vive mau...

Ir e vir nem sempre adianta...

Chorar, espernear e falar alto tão pouco...

Sonhar adianta...

Quando se tem vontade de realizar...

Mesmo sem ser aquilo que eu queria ser...

Vou voando na asa de um tufão..

Assim chegando onde eu nem sei porque chegar...

Mesmo assim

Não sou nada

E nem serei nada...

Talvez seja melhor não ser

Para não sofrer e não fazer sofrer

Quero apenas acordar e ter um dia de sol e um copo dagua...

Sem meu coração na mão..

Leve, louco e bicho solto como sempre fui...

Me sentindo bem

E levando a música

Ganhando meu próprio sorriso.


quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

O que dizer agora?


Esse texto é bem antigo...

Não corresponde meu momento mas achei legal colocar!

O que dizer agora?

João Luiz Mattos Souza

Não há noite que traga alegria

Nem dia que faça fantasia

Sem vc não há festa

Ainda não é o que me resta

Anseio felicidade então

Amor, carinho e compreensão

Coisas simples que se tornam imensas

No meio dos livros e dilemas

Gosto sim do seu jeito moleca

De não tô nem aí pra nínguem

Mas anseio mas do que um não talvez

Quero um sim de vez...

Decerto que isso não seria possivel

Pois nosso amargo coração esta ferido

Ferido por não ser amado

Entristecido por ter perdoado

Deixo - te sim

Em paz agora

E na agonia dos meus versos

A luz da aurora

Me faz sempre pensar

Meditar

Tentar

Não amar vc!